Ao contrário da desilusão que foi o Paul do Boquilobo, desta vez apreciei o percurso no Paul de Arzila, embora muito pequeno, estava relativamente bem cuidado.
O único observatório aberto e disponível para os visitantes é uma estrutura recente e que potencia a observação das aves. Contudo, aconselho vivamente o uso de binóculos e/ou de uma máquina fotográfica com lente superior aos 200mm da minha, que só permitiu fotografar bem de longe…
O próximo percurso, num dia que esteja “de volta a casa” e com vontade, será ao Paul da Madriz.

Não conhecia este teu gosto pelos “paúls”!
Embora a “nossa” zona seja relativamente rica neste tipo de reserva natural, o único que conheço é o que referes aqui – o de Arzila!
Tive oportunidade de o conhecer e de ser acompanhada por um guia que nos levou a conhecer (a mim e outra colega) os recantos dessa paisagem maravilhosa. Aconselho, vivamente, o passeio na companhia do sr. (não me recordo o nome, ups), pois é uma delicia ouvi-lo identificar cada ave apenas pelo seu piar, ou forma de voar.
Também é interessante tentar perceber as lontras que por lá se passeiam… mas nunca se deixam ver!