Há dias assim…

…em que algo novo aqui nasce!

Fotografia, transparência ou apenas recordação… Dezembro 1, 2007

Arquivado em: Ambiente, Fotos, Viagens — Hugo @ 4:26 pm
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Aldeia da Luz, antes…
Vista do museu da Luz, depois…

Editado a 3 de Dezembro:
Acrescento que as duas fotos foram tiradas no interior do Museu da Luz. Se espreitarem a imagem do museu conseguem ver a pequena janela da direita (pequeníssima vista de longe) donde fotografei a vista actual, e onde fotografei a fotografia da vista antiga que sobrepus à imagem actual. Até eu me confundi com esta :-P

Podem aproveitar e espreitar também a visita virtual ao museu, mas terão de ter instalada ou instalar a máquina de Java. Se visitarem a Sala da Luz, conseguirão ver exactamente de onde fotografei. Para quem não conhece o museu nem a aldeia aconselho ;-)

 

Eficiência energética II Novembro 29, 2007

Arquivado em: Ambiente, energia — Hugo @ 6:02 pm
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E ainda sobre este assunto, o público online divulgou esta notícia hoje:

Emissões e consumo energético
Construção: falhas de mercado e comportamentos impedem “consumo zero de energia”
29.11.2007 – 15h47 Lusa

Apesar de já existir tecnologia para reduzir drasticamente o consumo energético dos edifícios e as emissões de dióxido de carbono, as falhas de mercado e barreiras comportamentais impedem ainda o “consumo zero de energia”, conclui um estudo hoje divulgado.

Esta é uma conclusão do primeiro ano do projecto “Eficiência Energética em Edifícios (EEE)” do World Business Council for Sustainable Development, co-produzido pela Lafarge e a United Technologies, projecto que abrange seis países ou regiões – como o Brasil, Europa, Índia, Japão e Estados Unidos – que, em conjunto, são responsáveis por dois terços da procura de energia a nível mundial.

O projecto EEE foi efectuado por dez empresas, reflectindo mais de cem mil milhões de metros quadrados de espaço.

Apenas 13 por cento dos inquiridos já este envolvido na construção sustentável, apesar deste cenário variar entre os 45 por cento na Alemanha e os cinco por cento na Índia; entre os 20 por cento entre os promotores e nove por cento entre proprietários e inquilinos.

A “alavanca para a mudança”, sublinha o relatório, implica o apoio à interdependência, a valorização da energia, desenvolvendo incentivos, novos relacionamentos comerciais, mecanismos financeiros e informação mais clara acerca do desempenho energético dos edifícios, e a transformação de comportamentos, educando e motivando os profissionais envolvidos no sector para alterar o seu rumo para uma eficiência energética nos edifícios.

Profissionais do sector têm baixos níveis de conhecimento sobre eficiência energética

Por outro lado, o estudo encontrou nos profissionais do sector “grandes níveis de consciência” relativamente à construção sustentável, mas “baixos níveis de conhecimento” específico e envolvimento, sendo a falta de informação, de liderança, de conhecimento e de experiência as principais barreiras à sua implementação.

Os profissionais da construção tendem a subestimar a contribuição da energia dos edifícios para as alterações climáticas e a sobrestimar os custos para a poupança de energia, normalmente abaixo dos 5 por cento nos países desenvolvidos, apesar de ser possivelmente mais alto na China, Brasil e Índia, explica o documento.

O relatório indica que os três “elementos-chave” para atingir a energia zero são a utilização de menos energia, utilizando por exemplo equipamentos mais eficientes, a produção local de energia, a partir de fontes renováveis, e a partilha da energia excedente, através de redes inteligentes.

Relatório fala das oportunidades para as empresas

Além disso, o documento salienta que apesar da existência de riscos operacionais e de mercado, “também existem oportunidades para as empresas”.

“Vai existir uma procura muito grande de eficiência energética, mas o ‘timing’ e a proposta de valor são incertos. As empresas que entram no mercado de eficiência em edifícios poderão ganhar vantagens por serem os primeiros”, alerta.

Nesta primeira fase, em 2007, o estudo teve como objectivo, a compreensão das barreiras existentes e a análise de cenários e caminhos para edifícios de consumo de energia zero. Na segunda fase, ainda este ano, o estudo vai avaliar as alterações necessárias na política, tecnologia, financiamento e comportamentos que têm impacte nos resultados dos modelos de negócio.

Na terceira fase, já em 2008, será efectuado um plano de acção preliminar que salienta as acções críticas a tomar em cada sector da construção da cadeia de valor e, por fim, na última fase, em 2009, o estudo visa a concretização do plano de acção pelas diversas partes interessadas no sector da construção – empresas, proprietários, reguladores, fornecedores de energia e abastecedores de produtos e serviços.

O World Business Council for Sustainable Development (WBCSD) é uma coligação de 180 empresas internacionais, com o compromisso partilhado para com o desenvolvimento sustentável através de três pilares: crescimento económico, equilíbrio ecológico e progresso social.”

 

Eficiência energética Novembro 26, 2007

Arquivado em: Ambiente, Reflexão — Hugo @ 11:32 pm
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Tanto se fala, tanto se diz…
…e hoje, o complexo termoeléctrico do Carregado estava a funcionar em força, incluindo a velhinha central que produz electricidade através da queima de fuel. Já se está a ver que para esta central funcionar o combustível que se gasta. Mas o mercado da energia a isso obriga (ou não)…

O que aconteceria se o próprio Estado, nos edifícios que financia e tutela, aplicasse uma real eficiência energética?! Se começasse pelas escolas…ui

O que aconteceria se nas ruas, o uso da electricidade fosse realmente racionado, sem que fossem necessários candeeiros acesos durante toda a noite em todo e qualquer lado?!

O que aconteceria se cada um de nós, em casa e no trabalho, utilizasse de forma mais eficaz a energia de que dispõe?
Será que se isto acontecesse precisaríamos de novas barragens?!

 

Blog Action Day – Ambiente Outubro 15, 2007

Arquivado em: Ambiente, Escola — Hugo @ 7:23 pm
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Quem me conhece sabe que não podia deixar passar o dia de hoje sem escrever sobre ambiente.
O “Há dias assim” entrou na comunidade Blog Action Day que visa unir a rede “para falar sobre um único assunto importante em todo o mundo. Em 2007 o assunto escolhido é o meio ambiente”.

Escolho mais uma vez escrever sobre separar na Escola os resíduos produzidos. Não poderia ser mais fácil, sobretudo quando estamos perante turmas de alunos mais novos, que aceitam facilmente novas ideias. E depois, muitos levam os ensinamentos para casa, resultando em chamadas de atenção aos adultos que não “ligam” ao assunto.
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Porém, também há professores que não querem saber de separação do lixo (infelizmente conheço uns quantos)… E para estes casos aconselho algum diplomacia, sobretudo usando os seus próprios alunos…
Confesso a dificuldade de convencer algumas pessoas sobre o porquê de reciclar. Aconselho vivamente a visita a um centro de recolha e tratamento de resíduos, fiquem certos(as) que faz mudar ou consolidar as ideias de muitas pessoas.

Separar é fácil e ajuda a poupar bastantes recursos naturais, mas quem não sabe isto?!

 

Central Termoeléctrica do Ribatejo Setembro 16, 2007

Arquivado em: Ambiente, Fotos — Hugo @ 10:50 pm

A melhor actividade Ciência Viva no Verão em que participei até ao momento.
Valeu mesmo a visita, fosse pelo conhecimento dos mecanismos inerentes à produção de energia, pelo enriquecimento da cultura geral, ou também pela forma como a visita decorreu e o modo como o grupo foi recebido.
Gostei de saber que tipo de gases são libertados para a atmosfera, qual o consumo de gás natural para produzir tanta energia, qual a importância de uma central destas em Portugal…

Apenas uma curiosidade: aquilo que algumas pessoas pensam que são gases perigosos que saem da “chaminé gigante” não passa de vapor de água e a dita “chaminé” (à esquerda da imagem) é apenas uma torre de refrigeração que também tive a oportunidade de visitar por dentro e sentir o calor e a humidade, parecia que estava no meio de uma nuvem quente :-)
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Pela Peneda Agosto 10, 2007

Arquivado em: Ambiente, Fotos, Percursos Pedestres — Hugo @ 7:32 pm

Na primeira parte das merecidas férias deste ano, tive oportunidade de visitar alguns locais da Serra da Peneda. Fica aqui mais uma imagem (tentativa de foto a 360º) de um local, que apesar de muito visitado, merece destaque.

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Para ali chegar, a partir do santuário da Senhora da Peneda, será sempre necessário fazer 45 minutos de subida a pé, e o respectivo regresso.

 

Paisagem protegida das Lagoas… Agosto 5, 2007

Arquivado em: Ambiente, Fotos, Percursos Pedestres — Hugo @ 12:57 am

Eis um excelente exemplo de conservação da natureza, aliada a um turismo de qualidade.

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A Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro
, em Ponte de Lima, serve para mostrar ao resto do país aquilo que se pode fazer quando se alia o turismo à conservação da natureza.

Apesar de só ter conseguído fazer um dos percursos propostos, circulando de bicicleta, de certo que irei voltar para fazer alguns dos restantes. As fotos mostram muito pouco, mas foi possível andar sobre passadiços de madeira bastante longos e desfrutar dos vários observatórios.

Contudo, é necessário ter consciência que estes locais precisam do cuidado de quem os visita para que se mantenham preservados…

 

Mais Reservas Naturais Julho 1, 2007

Arquivado em: Ambiente, Fotos, Percursos Pedestres — Hugo @ 2:56 pm

Ao contrário da desilusão que foi o Paul do Boquilobo, desta vez apreciei o percurso no Paul de Arzila, embora muito pequeno, estava relativamente bem cuidado.

O único observatório aberto e disponível para os visitantes é uma estrutura recente e que potencia a observação das aves. Contudo, aconselho vivamente o uso de binóculos e/ou de uma máquina fotográfica com lente superior aos 200mm da minha, que só permitiu fotografar bem de longe…

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O próximo percurso, num dia que esteja “de volta a casa” e com vontade, será ao Paul da Madriz.

 

Desilusão! Junho 25, 2007

Arquivado em: Ambiente, Fotos, Percursos Pedestres — Hugo @ 2:33 pm

Num percurso pedestre recente fiquei com uma ideia daquilo que o ICN e as restantes autoridades competentes talvez não consigam fazer pela conservação de espécies animais aliada ao turismo ecológico…
A Reserva Natural do Paul do Boquilobo pode ser visitada depois de passar pelo respectivo Centro de Interpretação. Contudo, parece que aos sábados não está ninguém para ajudar o visitante. E o itinerário , apesar de bem traçado nos mapas, na verdade não está suficientemente cuidado nem se mostra atractivo para visitantes. Haverá falta de verbas, ou é intenção que a zona fique tão inexplorada quanto possível?! Se assim é, acho que teriam de mudar a linha de caminho de ferro que faz fronteira com o Paul, já que é constante a passagem de comboios…
Está na altura de pensar um pouco mais num turismo ecológico e não apenas no de massas.

Tendo em conta a qualidade do observatório, a melhor foto que consegui das aves ali existentes foi esta.

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Reciclar?! Porquê? Junho 20, 2007

Arquivado em: Ambiente, Reciclagem — Hugo @ 9:19 pm

O que é que é necessário fazer para que pessoas, ditas responsáveis, comecem a reciclar?
Cada vez que assisto a situações em que o simples gesto de separar o lixo não se faz, em que tendo um ecoponto mesmo diante dos olhos, se coloca tudo no lixo normal, fico doente…

Tanto se fala, tantos milhões gastos em publicidade, algumas bem interessantes, qual será a razão porque ainda continuo a assistir à falta de existência de pequenos ecopontos em instituições de ensino (dos mais diversos tipo)? É assim tão difícil promover hábitos simples de separação dos resíduos?

Aconselho toda a gente a visitar um centro de recolha, tratamento e valorização de resíduos. É fácil, gratuito quando se faz uma marcação, e o melhor, é extremamente educativo, para miúdos e graúdos. Se bem que seja bem mais fácil convencer os miúdos do que os graúdos…

Aqui ficam algumas ligações que poderão ajudar a perceber o que se faz em Portugal e porque se faz.
Ersuc, Tratolixo, ValorSul, ValorMinho, Lipor

Depois disto, será necessário pagar a cada pessoa para separar o seu lixo? Será que a sociedade está esclarecida sobre as consequências do aumento do consumo energético?