
Desta vez “tudo” digital.
Deu especial gozo fotografar os peixinhos, alguns muito irrequietos

Desta vez “tudo” digital.
Deu especial gozo fotografar os peixinhos, alguns muito irrequietos

Fui buscar esta ao baú das recordações.
Tirada no Oceanário em 98 com uma Pentax emprestada e bem antiga, digitalizei-a e manipulei-a mais tarde para um trabalho de Grafismo por Computador, uma das disciplinas da minha formação inicial.
Começo o ano a recordar…isto deve ser mau sinal…
Aldeia da Luz, antes…
Vista do museu da Luz, depois…
Editado a 3 de Dezembro:
Acrescento que as duas fotos foram tiradas no interior do Museu da Luz. Se espreitarem a imagem do museu conseguem ver a pequena janela da direita (pequeníssima vista de longe) donde fotografei a vista actual, e onde fotografei a fotografia da vista antiga que sobrepus à imagem actual. Até eu me confundi com esta
Podem aproveitar e espreitar também a visita virtual ao museu, mas terão de ter instalada ou instalar a máquina de Java. Se visitarem a Sala da Luz, conseguirão ver exactamente de onde fotografei. Para quem não conhece o museu nem a aldeia aconselho
Ainda há disto em Portugal, mas se não fosse o concurso, o preço da viagem não seria muito simpático. Porém, a mão de obra e os gastos com este comboio são muito significativos, pelo que não estranho o custo do bilhete.
A paisagem é a do Douro… Ver todo o aparato técnico é interessante e levar com o carvão na cara também é fixe
Máquina na mão para todo o lado e navegar na net todos os dias dá nisto: concursos de fotografia on-line.
Criei conta no olhares.com para participar num concurso dinamizado pelo Expresso/Olhares.
Também estou a preparar a participação num outro dinamizado pela CP. Vamos ver o que acontece.
Se ganhar algo, divulgo aqui ![]()
Se não ganhar vou continuar a participar e ver as fotos dos outros
A melhor actividade Ciência Viva no Verão em que participei até ao momento.
Valeu mesmo a visita, fosse pelo conhecimento dos mecanismos inerentes à produção de energia, pelo enriquecimento da cultura geral, ou também pela forma como a visita decorreu e o modo como o grupo foi recebido.
Gostei de saber que tipo de gases são libertados para a atmosfera, qual o consumo de gás natural para produzir tanta energia, qual a importância de uma central destas em Portugal…
Apenas uma curiosidade: aquilo que algumas pessoas pensam que são gases perigosos que saem da “chaminé gigante” não passa de vapor de água e a dita “chaminé” (à esquerda da imagem) é apenas uma torre de refrigeração que também tive a oportunidade de visitar por dentro e sentir o calor e a humidade, parecia que estava no meio de uma nuvem quente ![]()


Esta é a ponte transfronteiriça da Ajuda, que atravessava o rio Guadiana e que terá sido destruída por motivos que até ao momento não investiguei. O lado Português é o da esquerda e encontra-se em contínua ruína. O lado que se avista mais longe, à direita e do outro lado do rio é o lado Espanhol, que apesar de arruinado, está conservado e sinalizado desde a saída de Olivenza em direcção a Portugal.
Estranho este (des)interesse pelo património por parte das instituições do estado…
Desde que assisti à divulgação dos resultados das votações para as sete maravilhas de Portugal e novas sete maravilhas do mundo, que me questiono se os portugueses conhecem verdadeiramente o país e os monumentos candidatos, ou se pelo menos têm uma ideia sobre alguns.
Oportunamente irei dissertar sobre outras opções dos portugueses mas para já, aqui ficam algumas imagens de Monsaraz e a pergunta: porque é que esta antiga, pitoresca e preservada vila, sem comércio excessivo no interior das suas muralhas, com uma vista fantástica sobre as águas do “Grande Lago” e terrenos circundantes, foi preterida? Será que a sobrecarga de visitantes e lojas fazem de Óbidos melhor “maravilha” que Monsaraz ou mesmo Marvão?!
Vale uma visita, sobretudo com céu limpo ou com poucas nuvens para usufruir da paisagem.
Neste blogue e poderão ver mais imagens de Monsaraz. Façam o vosso juízo, o meu está feito.
Por terras do “Grande Lago” olhei, fotografei, usufrui da paisagem e dos lugares comuns. Poderia publicar muitas outras fotos (e talvez o venha a fazer) mas esta foi das primeiras.
Espero, como português e contribuinte, que o investimento na construção da barragem do Alqueva, e todas as consequências que dela advêm, tragam mais benefícios que prejuízos.
Na primeira parte das merecidas férias deste ano, tive oportunidade de visitar alguns locais da Serra da Peneda. Fica aqui mais uma imagem (tentativa de foto a 360º) de um local, que apesar de muito visitado, merece destaque.
Para ali chegar, a partir do santuário da Senhora da Peneda, será sempre necessário fazer 45 minutos de subida a pé, e o respectivo regresso.
Eis um excelente exemplo de conservação da natureza, aliada a um turismo de qualidade.
A Paisagem Protegida das Lagoas de Bertiandos e S. Pedro, em Ponte de Lima, serve para mostrar ao resto do país aquilo que se pode fazer quando se alia o turismo à conservação da natureza.
Apesar de só ter conseguído fazer um dos percursos propostos, circulando de bicicleta, de certo que irei voltar para fazer alguns dos restantes. As fotos mostram muito pouco, mas foi possível andar sobre passadiços de madeira bastante longos e desfrutar dos vários observatórios.
Contudo, é necessário ter consciência que estes locais precisam do cuidado de quem os visita para que se mantenham preservados…
Ando há já algum tempo, depois de ter obtido a autorização da sua autora, para publicar esta fotografia tirada perto do Vale do Poio.
Finalmente aqui está para ser vista pelo mundo
Obrigado Martinha
Por estes dias, mil e uma imagens foram divulgadas sobre a Festa Dos Tabuleiros de Tomar.
Aqui fica algo diferente do que vi em folhetos promocionais, mas que também mostra as tradições existentes de 4 em 4 anos, nas ruas da cidade.
Ao contrário da desilusão que foi o Paul do Boquilobo, desta vez apreciei o percurso no Paul de Arzila, embora muito pequeno, estava relativamente bem cuidado.
O único observatório aberto e disponível para os visitantes é uma estrutura recente e que potencia a observação das aves. Contudo, aconselho vivamente o uso de binóculos e/ou de uma máquina fotográfica com lente superior aos 200mm da minha, que só permitiu fotografar bem de longe…
O próximo percurso, num dia que esteja “de volta a casa” e com vontade, será ao Paul da Madriz.
Num percurso pedestre recente fiquei com uma ideia daquilo que o ICN e as restantes autoridades competentes talvez não consigam fazer pela conservação de espécies animais aliada ao turismo ecológico…
A Reserva Natural do Paul do Boquilobo pode ser visitada depois de passar pelo respectivo Centro de Interpretação. Contudo, parece que aos sábados não está ninguém para ajudar o visitante. E o itinerário , apesar de bem traçado nos mapas, na verdade não está suficientemente cuidado nem se mostra atractivo para visitantes. Haverá falta de verbas, ou é intenção que a zona fique tão inexplorada quanto possível?! Se assim é, acho que teriam de mudar a linha de caminho de ferro que faz fronteira com o Paul, já que é constante a passagem de comboios…
Está na altura de pensar um pouco mais num turismo ecológico e não apenas no de massas.
Tendo em conta a qualidade do observatório, a melhor foto que consegui das aves ali existentes foi esta.